
Blocos de quartzito cortados à mão
Pé de Moleque de Pirenópolis
Pavimentação rústica e muros de contenção
O pé de moleque são blocos de quartzito filetados à mão, com 6 cm de largura e comprimentos variados. É o mesmo tipo de calçamento que pavimenta as ruas históricas de Pirenópolis, Goiás Velho e dezenas de cidades coloniais de Goiás e Minas Gerais. O nome vem da superfície irregular do piso pronto — desnivelada e dura para os pés, como o doce de mesmo nome.
Cada bloco é rústico por definição. Não há polimento, não há corte preciso — a filetagem manual produz peças com faces ásperas e quinas naturais que se encaixam com argamassa ou simplesmente sobre base de areia e brita compactada. O resultado é um piso com caráter histórico que envelhece bem: quanto mais tráfego e exposição ao tempo, mais integrado à paisagem ele fica.
A aplicação em muro de arrimo é tão comum quanto a pavimentação. A espessura e o peso dos blocos conferem estabilidade à estrutura. Muros de contenção de até 1,5 m podem ser construídos por gravidade — empilhamento com argamassa reforçada, sem armadura de aço — dependendo do tipo de solo e da inclinação do terreno. Para alturas maiores, o projeto de um engenheiro é indispensável.
No paisagismo, blocos de pé de moleque funcionam como degraus rústicos em jardins, bordas de canteiros elevados e elementos de transição entre níveis de terreno. Combinam com seixos, vegetação nativa e pedra caverna para composições que parecem ter estado ali desde sempre.
- Cores: Branca, Amarela, Rosa e Cinza
- Espessura: 2 a 5 cm
- Uso: pisos internos e externos, paredes, bordas de piscina, escadas, fachadas, áreas gourmet e revestimento de churrasqueira.








