Guia sobre as cores
As Cores das Pedras de Pirenópolis —Categorias e Tonalidades
Nenhuma peça é idêntica à outra.
Cada peça sai da pedreira com tonalidades próprias — variações de cor, brilho e textura que mudam de um fragmento para outro.
É o oposto do porcelanato, onde todas as peças são iguais.
No quartzito de Pirenópolis, a presença de mica na composição da rocha cria um brilho natural na superfície que realça cada tonalidade.
As Seis Tonalidades de Cores das Nossas Pedras
Pedra natural não é material industrializado.
Verde



A cor predominante da pedreira e a mais procurada. Apesar do nome, a tonalidade vai do cinza claro ao verde-acinzentado — é um tom frio e neutro que combina com qualquer estilo de projeto.
O verde é também o quartzito mais resistente de Pirenópolis: alto teor de quartzo, baixa porosidade, suporta tráfego pesado e não desbota.
Amarela


Tem o branco como base com variações que vão do amarelo suave ao marrom claro. É uma cor quente que aquece o ambiente. Aparece com mais frequência na pedra serrada, nos retalhos e nos filetes.
Funciona bem em paredes internas, fachadas e projetos que pedem tons terrosos e acolhedores.
Mesclada



Mistura verde, amarelo e rosa na mesma peça. Cada pedra é uma composição diferente de cores frias e quentes. O resultado na parede ou no piso é vibrante e dinâmico — nenhuma área revestida fica igual à outra.
A mesclada tem resistência intermediária, abaixo da verde e acima da branca.
Branca


A mais clara da pedreira. Existe em dois tipos: a branca “dura” (resistente, geralmente com leves pigmentos de verde ou amarelo) e a branca “macia” (arenosa, cor uniforme, mas menos resistente e mais suscetível a manchas).
A branca dura funciona em pisos de tráfego leve e paredes. A macia é indicada apenas para paredes internas e revestimentos decorativos.
Preta


O tom da pedra caverna e de peças das camadas profundas da pedreira. Varia do cinza grafite ao preto, com reflexos em marrom, avelã e vermelho. Apesar de parecer neutra, carrega nuances quentes que aparecem sob luz natural.
É a escolha para quem busca contraste e impacto visual.
Rosa



Tonalidade predominante da pedra Vila Velha e de algumas lajes. Varia do rosa claro ao rosado escuro, com manchas de cinza, marrom e preto.
São cores quentes que dão personalidade ao ambiente. As peças rosa são rústicas por natureza — funcionam melhor em paisagismo, muros e paredes do que em pisos.
As categorias: A, B-A e B
A cor define a tonalidade. A categoria define a qualidade da superfície.
Pedras mesclada e branca não seguem a subdivisão A/B-A/B. A mesclada tem resistência média. A branca varia entre dura e macia — sempre pergunte qual tipo está disponível antes de comprar.


Verde A
Superfície lisa e uniforme. Poucas variações de tom entre peças. Sem fissuras visíveis. A mais cara e a mais procurada para pisos de alto tráfego, bordas de piscina e ambientes de alto padrão.


Verde B-A
Mesma resistência da A, com superfície levemente mais irregular. Manchas e veios naturais mais visíveis. Melhor relação custo-benefício para quem aceita pequenas variações visuais sem abrir mão da durabilidade.


Verde B
Superfície rústica com presença de “malacachetas” — leves fissuras causadas pela mica exposta. É a mais acessível das verdes. Popular para paredes, áreas externas e projetos que valorizam a textura natural da pedra.